Antes de assinar nada
Rescisão, acordo e pedido de demissão conferidos antes de você pôr o nome no papel.
Ramon Morais atende em Novas Esmeraldas, em Esmeraldas, de segunda a sexta. Demissão, acerto que não veio ou carteira sem assinar: você traz a carteira e os contracheques e ele faz a conta com você.

Rescisão, acordo e pedido de demissão conferidos antes de você pôr o nome no papel.
Contracheque, ponto, conversa de WhatsApp e colega de serviço valem como prova.
Quem saiu do emprego tem até dois anos para levar o caso à Justiça do Trabalho.
As situações que mais chegam até ele.
Aviso, férias, 13º e saldo de salário que não caíram depois do desligamento.
Falar sobre o temaMeses ou anos sem carteira assinada, ou registro por um valor menor do que o que você recebia.
Falar sobre o temaVocê entra antes, sai depois e não tira o intervalo — e nada disso aparece no contracheque.
Falar sobre o temaAfastamento, acidente de trabalho, alta do INSS e a volta ao emprego depois dela.
Falar sobre o temaO caso começa pela conta: carteira, contracheques e termo de rescisão na mesa, para ver o que ficou de fora antes de falar em processo.
O atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 18h, e o primeiro contato pode ser pelo WhatsApp.
Horário, função, quanto recebia, como era o dia a dia e como o contrato terminou.
Leitura da carteira, do contracheque e do ponto para ver o que não foi pago.
Nem todo caso vira processo; quando vira, cada audiência é explicada antes de acontecer.
Pode. A ação não depende do desligamento, embora muita gente prefira esperar a saída para entrar com o pedido.
Até dois anos depois do fim do contrato. Nesse processo, discutem-se os últimos cinco anos trabalhados.
Tem. Conversas, testemunhas, fardamento, escala de trabalho e comprovantes de pagamento ajudam a demonstrar o vínculo.
Mande um resumo do seu caso pelo WhatsApp.
